Cidades brasileiras com presença pública documentada

Municípios com registros institucionais, atividades documentadas e cobertura pública no Dia de Fazer Música | Make Music. Prefeituras, secretarias, câmaras municipais e fundações culturais que já fizeram parte do movimento.

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17 cidades com participação verificável

Municípios brasileiros que aparecem no histórico do movimento por meio de registros oficiais de prefeitura, secretaria, câmara municipal, fundação cultural ou cobertura de imprensa local.

Cascavel — PR Registro público · Mobilização local

Cascavel aparece no mapa paranaense do Dia de Fazer Música | Make Music por meio de registro público de participação no movimento global. A cidade integra o histórico de mobilização local em torno da data, com presença documentada e conexão com a celebração mundial da música. O caso valoriza a ligação da cidade com o Make Music e abre caminho para novas ativações com escolas, artistas, espaços culturais e comunidade.

Belo Horizonte — MG Educação municipal · Boas práticas

Belo Horizonte integra o mapa do Dia de Fazer Música | Make Music com registro oficial da rede municipal de educação. A Prefeitura de Belo Horizonte destacou o Make Music Day 2024 como boa prática escolar da Escola Municipal Professor Amílcar Martins, conectando música, sala de aula e participação dos estudantes.

O caso mostra como a celebração pode ser incorporada à rotina pedagógica e fortalecer experiências musicais dentro da escola pública.

Brusque — SC Imprensa local · Escolas e comunidade

Brusque tem presença pública documentada no Make Music Day por meio de cobertura da imprensa local, com programação especial, participação de escolas, entidades e comunidade. A mobilização mostra como o movimento pode se espalhar por ambientes de educação, inclusão e convivência cultural.

O registro de Brusque reforça a vocação comunitária do Dia de Fazer Música: uma celebração aberta, descentralizada e capaz de reunir diferentes públicos em torno da prática musical.

Ponta Grossa — PR Iniciativa legislativa · Educação e comunidade

Ponta Grossa reúne registros de mobilização comunitária, educacional e cultural no Dia de Fazer Música | Make Music. A cidade aparece no histórico do movimento com atividades envolvendo rede municipal, UEPG, APAE, escolas, Conservatório Maestro Paulino e artistas locais. Também houve iniciativa legislativa registrada na Câmara Municipal, aproximando o Make Music do debate público local. O caso mostra como a música pode articular educação, inclusão, universidade, espaços culturais e comunidade em uma agenda aberta de participação.

Cianorte — PR Cultura e Educação · Todas as escolas municipais

Cianorte celebrou o Make Music Day com uma mobilização direta nas escolas municipais. A Secretaria Municipal de Cultura, em parceria com a Educação, promoveu momentos musicais em todas as escolas da rede, com participação de artistas da cidade e atividades em cada turno. O formato é simples, replicável e de grande impacto pedagógico: levar música ao cotidiano de alunos e professores, conectando cultura, convivência e aprendizagem. O caso de Cianorte mostra como uma cidade pode aderir ao Make Music com organização leve e forte presença educacional.

Santos — SP Secult · Fábrica Cultural · 2 edições

Santos mostra continuidade e qualidade de execução pública. Em 2024, a cidade realizou a primeira edição local na Fonte do Sapo. Em 2025, a segunda edição reuniu músicos profissionais e estudantes do projeto Fábrica Cultural da Secretaria de Cultura — juntando espaço público, formação cultural e participação estudantil.

Vinhedo — SP Sec. Cultura e Turismo

A Secretaria de Cultura e Turismo de Vinhedo apresentou o evento como incentivo à produção musical, com participação aberta ao público e divulgação nas redes municipais. O caso mostra como cidades de diferentes portes conseguem ativar o movimento com apoio direto da gestão pública e conexão com a comunidade.

Barueri — SP 2ª edição · Continuidade municipal

Barueri tem registro público de recorrência. A prefeitura informou que a edição de 2022 já era a segunda participação da cidade, com apresentações musicais e palestras. Um caso importante para mostrar que a adesão municipal gera continuidade e fortalece a agenda cultural local.

Piracicaba — SP Histórico recorrente · Ação cultural

Piracicaba tem histórico recorrente no Make Music Day. A Prefeitura registrou a participação da cidade pelo sexto ano em 2023, reforçando uma trajetória de adesão continuada ao movimento.

Com ações ligadas à Secretaria Municipal de Ação Cultural e a espaços públicos da cidade, Piracicaba mostra como o Dia de Fazer Música pode se tornar uma agenda cultural recorrente, conectando artistas, equipamentos urbanos e comunidade.

Araxá — MG Fundação Cultural Calmon Barreto

A Fundação Cultural Calmon Barreto, órgão cultural oficial do município, registrou parceria com o Dia de Fazer Música | Make Music e participação de escolas e estudantes de música da cidade e da região. Um exemplo de como fundações culturais municipais podem ser âncoras locais do movimento.

Poços de Caldas — MG Prefeitura Oficial

A prefeitura de Poços de Caldas registrou oficialmente o Make Music Brasil com workshop gratuito de roda de viola e programação musical em espaço público, com apresentações de músicos e grupos locais — comprovando presença institucional do movimento em Minas Gerais.

Armação dos Búzios — RJ Programação pública · Calendário municipal

Búzios reúne dois elementos fortes no mapa do Make Music: programação pública oficial e reconhecimento em calendário municipal. Em 2025, a Prefeitura anunciou uma edição gratuita na Praça Santos Dumont, conectando artistas, moradores, visitantes e espaços públicos em torno da música.

O caso de Búzios mostra como uma cidade pode transformar o Dia de Fazer Música em agenda cultural visível, aberta e integrada à vida urbana.

Curitibanos — SC Câmara Municipal · Edições locais

Curitibanos aparece entre as cidades brasileiras com registros públicos recorrentes do Make Music. A Câmara Municipal registrou a presença do movimento na agenda local, incluindo menções a edições realizadas no Mercado Público Municipal.

O caso mostra a força da mobilização fora dos grandes centros e reforça como o Dia de Fazer Música pode criar continuidade em cidades de diferentes portes, conectando artistas, espaços públicos e comunidade.

Guabiruba — SC Projeto de lei · Articulação cultural

Guabiruba levou o Make Music Day para a pauta pública municipal por meio de projeto de lei voltado a instituir a data na cidade. A iniciativa aproxima o movimento da valorização dos músicos locais, da ocupação cultural do município e da criação de uma agenda pública em torno da música.

O caso mostra como câmaras municipais também podem ser portas de entrada para o Make Music, conectando artistas, comunidade e poder público em torno de uma celebração aberta e participativa.

Tapejara — PR Presença histórica · Inclusão e comunidade

Tapejara aparece como presença paranaense no histórico do Dia de Fazer Música | Make Music, com registros ligados à comunidade, à escola de música e à participação inclusiva. A cidade reforça a capilaridade do movimento no interior do Paraná e mostra como o Make Music pode se conectar a instituições locais, projetos musicais e ações de inclusão. O card valoriza música, comunidade e participação, sem transformar o registro em lei ou adesão oficial da Prefeitura.

Balneário Camboriú — SC Presença registrada · Mapa da Cultura

Balneário Camboriú integra o mapa do Dia de Fazer Música | Make Music por meio de registro público em plataforma cultural, com evento local associado à data. A cidade representa a presença do movimento em um dos principais polos turísticos e culturais de Santa Catarina.

O registro reforça a vocação do Make Music para ocupar diferentes territórios — de escolas e praças a espaços culturais, comunidades e agendas abertas à participação pública.

Rio de Janeiro — RJ Escola de samba · Cultura comunitária

No Rio de Janeiro, o Make Music Day ganhou presença documentada por meio da participação da Escola de Samba Engenho da Rainha, com programação aberta e conexão direta com a cultura musical dos territórios cariocas.

O caso mostra a potência do movimento quando ele se aproxima das comunidades, das quadras, das tradições populares e dos espaços onde a música já faz parte da vida cotidiana.

3 cidades com registro regional ou histórico

Municípios com presença documentada em registros regionais, associativos ou de coordenação local. Esses casos contam a capilaridade histórica do movimento, especialmente fora dos grandes centros.

Curitiba — PR Presença pública documentada · Capital paranaense

Curitiba aparece em registros públicos associados à Festa da Música | Make Music Day, incluindo menção institucional entre municípios brasileiros participantes. Como capital paranaense, a cidade representa um ponto importante no mapa cultural do movimento e pode ser apresentada como presença pública documentada, com linguagem voltada à cultura comunitária e à circulação da música no território. O registro reforça a abrangência nacional do Dia de Fazer Música e abre espaço para novas articulações locais com artistas, escolas, espaços culturais e instituições.

Barracão — PR Coordenação regional · Sudoeste do Paraná

Barracão aparece no histórico do Make Music Brasil por meio de registro regional no Sudoeste do Paraná. Em 2020, a ASCOAGRIN divulgou a participação de músicos da região e registrou que empresários de Barracão associados à entidade atuavam na coordenação regional do movimento. O caso mostra como o Make Music também ganha força a partir de lideranças locais, comércio, associações, músicos e comunidade. Barracão entra como presença histórica regional, conectando a celebração global à mobilização cultural fora dos grandes centros.

Pato Branco — PR Apoio regional · Mobilização associativa

Pato Branco aparece no histórico paranaense do Make Music Brasil por meio de apoio regional documentado em 2020. A ASCOAGRIN registrou que a mobilização no Sudoeste do Paraná contou com a Associação Comercial de Pato Branco entre os apoios ao evento. O caso demonstra a capilaridade do movimento para além das capitais e grandes polos, alcançando entidades empresariais, músicos, comunidades e redes locais. Pato Branco entra como presença histórica regional, valorizando a articulação associativa e comunitária.

Sua cidade pode ser a próxima.

Cada uma das cidades acima começou com um sim institucional. Adesão gratuita, sem licitação, com kit pronto.