Professor e alunos em apresentação escolar durante o Dia de Fazer Música
Para Prefeitos · Secretarias de Educação, Cultura e Turismo

Em 21 de junho, centenas de cidades brasileiras entram no mesmo calendário cultural de Paris, Berlim e Tóquio.

Adesão gratuita · Sem licitação · Kit pronto · Apartidária. A Prefeitura indica o ponto focal, recebe os materiais, e a rede municipal escolhe o formato — da escola-piloto à cidade inteira.

Guia Executivo de Adesão Municipal 2026

15 páginas com cenários comparados, retornos institucionais auditáveis em quatro frentes (Educação, Cultura, Comunicação e Mandato) e respostas prontas para o jurídico. Adesão até 31 de maio.

R$ 0 de custo Sem licitação Escala controlada Pauta apartidária
Baixar guia para gestores → Ver os dois guias
693+ municípios brasileiros no mapa do movimento
Centenas de escolas e comunidades mobilizadas
120+ países no movimento global
2.000+ cidades celebram em 21 de junho

Municípios no mapa do Dia de Fazer Música

Cada ponto representa um município onde músicos, lojas e escolas de música, instituições ou o próprio poder público aderiram ao movimento. O Make Music já chegou a 693+ municípios brasileiros — e está crescendo.

Tamanho proporcional ao número de inscrições

Quatro respostas que destravam o sim institucional

A pergunta de gabinete antes de qualquer adesão é sempre a mesma: qual o esforço, qual o custo, quem assina. As respostas, em ordem.

01 · Adesão

Gratuita. Sem licitação.

Não há contrato com terceiros, taxa de filiação ou tarifa de adesão. A Prefeitura entra no movimento com um e-mail institucional.

02 · Operação

Kit pronto. Comunicado pronto.

Material gráfico, texto para a rede escolar, roteiro para o ponto focal. A escola escolhe o formato dentro da rotina.

03 · Custo

Zero, exceto se ampliar.

Sem palco central obrigatório, sem produção, sem cachê obrigatório. Investimento local existe apenas se a cidade decidir ampliar voluntariamente.

04 · Política

Apartidária. Educacional. Cultural.

Mesmo formato em cidades grandes, médias e pequenas. Pauta segura em ano pré-eleitoral, sem viés ideológico.

Quatro retornos auditáveis em 2026 com um único sim

A mesma adesão aciona quatro frentes que chegam ao gabinete como agenda positiva — sem custo direto e em ano pré-eleitoral.

01

Educação

Aluno e professor em narrativa pública positiva. Currículo da Cidade, LDB, ECA e PNE alinhados.

02

Cultura

Equipamentos públicos e artistas locais ampliam a agenda municipal sem produção de palco central.

03

Comunicação

Pauta apartidária, gratuita, com ângulo educacional. Imprensa, redes oficiais e mídia local.

04

Mandato

Cidade no calendário global. Certificado oficial. Base local repetível em 2027.

"O intuito da Secretaria se envolver em ações como o Make Music é para fortalecer este segmento que, querendo ou não, ele ajuda no avanço econômico da cidade."

— Jin Petrycoski, Secretário de Turismo de Foz do Iguaçu, 2026

26 cidades. Quatro formas de entrar.

Cada cidade ativou o movimento pelo caminho que fazia sentido para a sua realidade — rede escolar, equipamentos culturais, ação legislativa ou mobilização comunitária. Os caminhos somam, não competem.

Rede municipal de educação (8) Cultura, turismo e fundações (6) Câmaras municipais e ações legislativas (2) Mobilização comunitária e presença regional (10)

PREFEITURAS · SECRETARIAS DE EDUCAÇÃO · ESCOLAS PÚBLICAS

Rede municipal de educação

Cidades onde a rede municipal de educação assumiu a celebração: secretarias, escolas, CMEIs e equipes pedagógicas.

Maringá — PR Cidade Amiga da Música · Rede municipal · Palco aberto

Maringá é hoje o principal case público do Make Music Brasil em articulação com o poder público. Em 2025, a Prefeitura de Maringá, por meio das secretarias de Educação e Cultura, preparou as 117 unidades escolares e CMEIs para a celebração, promoveu atividades nas escolas e realizou palco aberto à comunidade. Depois disso, a cidade foi homenageada como "Cidade Amiga da Música", consolidando-se como referência nacional de integração entre educação pública, cultura e participação social.

Ver estudo de caso completo →
São Paulo — SP SME Oficial · 256 Escolas · 200k Pessoas

A Secretaria Municipal de Educação de São Paulo aderiu oficialmente ao Dia de Fazer Música | Make Music e transformou a data em mobilização de rede. Em 2024, a SME registrou 256 unidades educacionais envolvidas, com impacto estimado em cerca de 200 mil pessoas. Em 2025, a secretaria manteve a convocação oficial às unidades educacionais, reforçando o protagonismo estudantil. As escolas realizaram atividades em 18 de junho de 2025 — na semana do evento — garantindo participação sem comprometer a rotina escolar.

Foz do Iguaçu — PR Rede municipal · Fundação Cultural · Cidade de fronteira

Em Foz do Iguaçu, o Dia de Fazer Música | Make Music ganhou força na rede municipal de ensino e em ações culturais abertas à cidade. Em 2023, a Prefeitura registrou a participação de 32 unidades de ensino, entre escolas, CMEIs e unidades conveniadas, além da Fundação Cultural. A mobilização conecta educação, cultura, turismo e comunidade em um território de grande visibilidade nacional e internacional. Foz reforça como cidades de fronteira podem usar a música para integrar escolas, espaços públicos, artistas e públicos diversos em torno de uma celebração global.

"O intuito da Secretaria se envolver em ações como o Make Music é para fortalecer este segmento que, querendo ou não, ele ajuda no avanço econômico da cidade." — Jin Petrycoski, Secretário de Turismo de Foz do Iguaçu, 2026
Pindamonhangaba — SP 25 Escolas · ~7.500 alunos

25 unidades escolares participaram do Dia de Fazer Música | Make Music, envolvendo cerca de 7.500 alunos em apresentações, oficinas e ações musicais. A Secretaria de Educação vinculou o evento ao fomento da cultura local, fortalecimento do senso de comunidade e ao desenvolvimento cultural e educacional dos estudantes.

Londrina — PR Programa Vencer · Educação municipal · 20 unidades

Londrina entrou no mapa do Make Music Day por meio da rede municipal de educação e do Programa Vencer. Em 2024, escolas municipais e CMEIs organizaram atividades em 20 unidades escolares, com nove modalidades culturais e pedagógicas ligadas à música, como musicalização, dança, canto coral, ballet, teatro, capoeira e circo. A ação mostra como o Dia de Fazer Música pode ser incorporado a programas educacionais já existentes, ampliando o contato dos estudantes com experiências artísticas e fortalecendo a presença da música na rotina escolar.

Cianorte — PR Cultura e Educação · Todas as escolas municipais

Cianorte celebrou o Make Music Day com uma mobilização direta nas escolas municipais. A Secretaria Municipal de Cultura, em parceria com a Educação, promoveu momentos musicais em todas as escolas da rede, com participação de artistas da cidade e atividades em cada turno. O formato é simples, replicável e de grande impacto pedagógico: levar música ao cotidiano de alunos e professores, conectando cultura, convivência e aprendizagem. O caso de Cianorte mostra como uma cidade pode aderir ao Make Music com organização leve e forte presença educacional.

Belo Horizonte — MG Educação municipal · Boas práticas

Belo Horizonte integra o mapa do Dia de Fazer Música | Make Music com registro oficial da rede municipal de educação. A Prefeitura de Belo Horizonte destacou o Make Music Day 2024 como boa prática escolar da Escola Municipal Professor Amílcar Martins, conectando música, sala de aula e participação dos estudantes.

O caso mostra como a celebração pode ser incorporada à rotina pedagógica e fortalecer experiências musicais dentro da escola pública.

Brusque — SC Imprensa local · Escolas e comunidade

Brusque tem presença pública documentada no Make Music Day por meio de cobertura da imprensa local, com programação especial, participação de escolas, entidades e comunidade. A mobilização mostra como o movimento pode se espalhar por ambientes de educação, inclusão e convivência cultural.

O registro de Brusque reforça a vocação comunitária do Dia de Fazer Música: uma celebração aberta, descentralizada e capaz de reunir diferentes públicos em torno da prática musical.

SECRETARIAS DE CULTURA · FUNDAÇÕES CULTURAIS · TURISMO

Cultura, turismo e fundações

Cidades onde Cultura ou Turismo lideraram a programação — em teatros, fundações culturais, espaços públicos e roteiros turísticos.

Santos — SP Secult · Fábrica Cultural · 2 edições

Santos mostra continuidade e qualidade de execução pública. Em 2024, a cidade realizou a primeira edição local na Fonte do Sapo. Em 2025, a segunda edição reuniu músicos profissionais e estudantes do projeto Fábrica Cultural da Secretaria de Cultura — juntando espaço público, formação cultural e participação estudantil.

Vinhedo — SP Sec. Cultura e Turismo

A Secretaria de Cultura e Turismo de Vinhedo apresentou o evento como incentivo à produção musical, com participação aberta ao público e divulgação nas redes municipais. O caso mostra como cidades de diferentes portes conseguem ativar o movimento com apoio direto da gestão pública e conexão com a comunidade.

Araxá — MG Fundação Cultural Calmon Barreto

A Fundação Cultural Calmon Barreto, órgão cultural oficial do município, registrou parceria com o Dia de Fazer Música | Make Music e participação de escolas e estudantes de música da cidade e da região. Um exemplo de como fundações culturais municipais podem ser âncoras locais do movimento.

Poços de Caldas — MG Prefeitura Oficial

A prefeitura de Poços de Caldas registrou oficialmente o Make Music Brasil com workshop gratuito de roda de viola e programação musical em espaço público, com apresentações de músicos e grupos locais — comprovando presença institucional do movimento em Minas Gerais.

Armação dos Búzios — RJ Programação pública · Calendário municipal

Búzios reúne dois elementos fortes no mapa do Make Music: programação pública oficial e reconhecimento em calendário municipal. Em 2025, a Prefeitura anunciou uma edição gratuita na Praça Santos Dumont, conectando artistas, moradores, visitantes e espaços públicos em torno da música.

O caso de Búzios mostra como uma cidade pode transformar o Dia de Fazer Música em agenda cultural visível, aberta e integrada à vida urbana.

Balneário Camboriú — SC Presença registrada · Mapa da Cultura

Balneário Camboriú integra o mapa do Dia de Fazer Música | Make Music por meio de registro público em plataforma cultural, com evento local associado à data. A cidade representa a presença do movimento em um dos principais polos turísticos e culturais de Santa Catarina.

O registro reforça a vocação do Make Music para ocupar diferentes territórios — de escolas e praças a espaços culturais, comunidades e agendas abertas à participação pública.

CÂMARAS MUNICIPAIS · LEGISLATIVO LOCAL

Câmaras municipais e ações legislativas

Cidades com presença pública registrada pelo legislativo local — projetos de lei, atas, requerimentos e iniciativas municipais.

Guabiruba — SC Projeto de lei · Articulação cultural

Guabiruba levou o Make Music Day para a pauta pública municipal por meio de projeto de lei voltado a instituir a data na cidade. A iniciativa aproxima o movimento da valorização dos músicos locais, da ocupação cultural do município e da criação de uma agenda pública em torno da música.

O caso mostra como câmaras municipais também podem ser portas de entrada para o Make Music, conectando artistas, comunidade e poder público em torno de uma celebração aberta e participativa.

Curitibanos — SC Câmara Municipal · Edições locais

Curitibanos aparece entre as cidades brasileiras com registros públicos recorrentes do Make Music. A Câmara Municipal registrou a presença do movimento na agenda local, incluindo menções a edições realizadas no Mercado Público Municipal.

O caso mostra a força da mobilização fora dos grandes centros e reforça como o Dia de Fazer Música pode criar continuidade em cidades de diferentes portes, conectando artistas, espaços públicos e comunidade.

IMPRENSA LOCAL · ARTICULAÇÕES REGIONAIS · INICIATIVAS COMUNITÁRIAS

Mobilização comunitária e presença regional

Cidades com presença documentada por meio de imprensa local, articulações regionais, ações comunitárias, escolas privadas com apoio público e iniciativas associativas.

Cascavel — PR Registro público · Mobilização local

Cascavel aparece no mapa paranaense do Dia de Fazer Música | Make Music por meio de registro público de participação no movimento global. A cidade integra o histórico de mobilização local em torno da data, com presença documentada e conexão com a celebração mundial da música. O caso valoriza a ligação da cidade com o Make Music e abre caminho para novas ativações com escolas, artistas, espaços culturais e comunidade.

Ponta Grossa — PR Iniciativa legislativa · Educação e comunidade

Ponta Grossa reúne registros de mobilização comunitária, educacional e cultural no Dia de Fazer Música | Make Music. A cidade aparece no histórico do movimento com atividades envolvendo rede municipal, UEPG, APAE, escolas, Conservatório Maestro Paulino e artistas locais. Também houve iniciativa legislativa registrada na Câmara Municipal, aproximando o Make Music do debate público local. O caso mostra como a música pode articular educação, inclusão, universidade, espaços culturais e comunidade em uma agenda aberta de participação.

Barueri — SP 2ª edição · Continuidade municipal

Barueri tem registro público de recorrência. A prefeitura informou que a edição de 2022 já era a segunda participação da cidade, com apresentações musicais e palestras. Um caso importante para mostrar que a adesão municipal gera continuidade e fortalece a agenda cultural local.

Piracicaba — SP Histórico recorrente · Ação cultural

Piracicaba tem uma das presenças mais consistentes do Make Music Day em São Paulo. A Prefeitura registrou participação desde 2018 e, em 2024, informou que aquela era a sétima participação consecutiva da cidade no movimento.

A programação conecta a Secretaria Municipal da Ação Cultural a espaços públicos como o Mirante, a Rodoviária Intermunicipal e o Terminal Central, além de ações comunitárias. Piracicaba mostra como o Dia de Fazer Música pode se tornar uma agenda cultural recorrente no calendário municipal, conectando artistas, equipamentos urbanos e comunidade.

Tapejara — PR Presença histórica · Inclusão e comunidade

Tapejara aparece como presença paranaense no histórico do Dia de Fazer Música | Make Music, com registros ligados à comunidade, à escola de música e à participação inclusiva. A cidade reforça a capilaridade do movimento no interior do Paraná e mostra como o Make Music pode se conectar a instituições locais, projetos musicais e ações de inclusão. O card valoriza música, comunidade e participação, sem transformar o registro em lei ou adesão oficial da Prefeitura.

Campinas — SP Lagoa do Taquaral · Registro público local

Campinas aparece no histórico do Make Music Brasil com registro de atividade gratuita na Lagoa do Taquaral, em 24 de junho de 2018, dentro da semana nacional do movimento. O Parque Portugal recebeu workshop com violões restaurados, repertório de MPB e orientação para músicos, em ação aberta ao público, com presença da ANAFIMA, da NAMM Foundation e cooperação do escritório da UNESCO no Brasil. O registro mostra a capilaridade do movimento na Região Metropolitana de Campinas.

Curitiba — PR Presença pública documentada · Capital paranaense

Curitiba aparece em registros públicos associados à Festa da Música | Make Music Day, incluindo menção institucional entre municípios brasileiros participantes. Como capital paranaense, a cidade representa um ponto importante no mapa cultural do movimento e pode ser apresentada como presença pública documentada, com linguagem voltada à cultura comunitária e à circulação da música no território. O registro reforça a abrangência nacional do Dia de Fazer Música e abre espaço para novas articulações locais com artistas, escolas, espaços culturais e instituições.

Barracão — PR Coordenação regional · Sudoeste do Paraná

Barracão aparece no histórico do Make Music Brasil por meio de registro regional no Sudoeste do Paraná. Em 2020, a ASCOAGRIN divulgou a participação de músicos da região e registrou que empresários de Barracão associados à entidade atuavam na coordenação regional do movimento. O caso mostra como o Make Music também ganha força a partir de lideranças locais, comércio, associações, músicos e comunidade. Barracão entra como presença histórica regional, conectando a celebração global à mobilização cultural fora dos grandes centros.

Pato Branco — PR Apoio regional · Mobilização associativa

Pato Branco aparece no histórico paranaense do Make Music Brasil por meio de apoio regional documentado em 2020. A ASCOAGRIN registrou que a mobilização no Sudoeste do Paraná contou com a Associação Comercial de Pato Branco entre os apoios ao evento. O caso demonstra a capilaridade do movimento para além das capitais e grandes polos, alcançando entidades empresariais, músicos, comunidades e redes locais. Pato Branco entra como presença histórica regional, valorizando a articulação associativa e comunitária.

Rio de Janeiro — RJ Escola de samba · Cultura comunitária

No Rio de Janeiro, o Make Music Day ganhou presença documentada por meio da participação da Escola de Samba Engenho da Rainha, com programação aberta e conexão direta com a cultura musical dos territórios cariocas.

O caso mostra a potência do movimento quando ele se aproxima das comunidades, das quadras, das tradições populares e dos espaços onde a música já faz parte da vida cotidiana.

Sua cidade já participou e não está aqui?

Se sua cidade já participou — ou se você quer trazer o movimento para ela —, entre em contato. Juntos, colocamos seu município na lista.

Quero incluir meu município Fale com a equipe

O movimento chega ao Congresso Nacional

O Dia de Fazer Música | Make Music ganhou reconhecimento formal na Câmara dos Deputados — um sinal de que o movimento transcende fronteiras municipais e vem ganhando espaço como pauta cultural de interesse público nacional.

Congresso Nacional iluminado de laranja pelas cores do Dia de Fazer Música | Make Music
Congresso Nacional iluminado de laranja nas cores do Dia de Fazer Música — 21 de junho de 2025

Câmara dos Deputados · 2025

O Dep. Federal Baleia Rossi (MDB-SP) apresentou requerimento formal para iluminar o Congresso Nacional de laranja no dia 21 de junho, reconhecendo o Dia de Fazer Música | Make Music como movimento de interesse público nacional.

Em 2026, o dia 21 cai num domingo.

É uma semana inteira de celebrações.

Escolas públicas

Sexta-feira 19/06 ou qualquer dia da semana de 16 a 21/06

Comércio e empresas

Sexta-feira 19/06 ou sábado 20/06

Espaços públicos e culturais

Programação ao longo de toda a semana — o domingo 21/06 pode ser o grande palco

O Dia de Fazer Música | Make Music pode ser celebrado ao longo da semana, respeitando a rotina de escolas, espaços públicos, comércio, empresas, igrejas, coletivos e instituições culturais.

Escolas públicas podem realizar suas atividades na sexta-feira, 19/06, ou em qualquer dia da semana de 16 a 21/06. Espaços culturais, praças, lojas, empresas e comunidades podem distribuir sua programação durante toda a semana — com o domingo, 21/06, como grande data simbólica internacional.

As perguntas que chegam ao gabinete antes do sim

As mesmas dúvidas aparecem em toda primeira conversa com prefeitura. As respostas, em ordem.

A semana de 16 a 21 de junho vale. Para escolas públicas, a rota mais simples é a sexta-feira 19 de junho — atividade durante o horário escolar normal, sem alteração de calendário. O domingo 21 é a data simbólica internacional; para participação institucional da rede, a sexta-feira resolve com mais conforto operacional.

O ponto focal indicado pela Prefeitura gasta cerca de 2 horas na semana de preparação: receber o kit, encaminhar o comunicado para a rede e consolidar o registro de resultados. As escolas e equipamentos públicos atuam dentro da rotina existente, sem produção paralela. Não há grupo de trabalho a montar.

Sim. A adesão funciona em qualquer escala — uma escola, um CMEI, um equipamento cultural, uma praça. O case de São Paulo começou em 2024 com cobertura ampliada e cresceu para 256 unidades em 2025; o de Foz começou pela rede municipal e expandiu para as Cataratas. A cidade decide o ritmo.

Não. A adesão ao Dia de Fazer Música é gratuita e não exige licitação, contrato com terceiros, repasse, taxa de filiação ou rubrica orçamentária específica. Investimento local existe apenas se a cidade decidir ampliar voluntariamente — contratar artistas, ocupar espaços extras, montar palco central. Para entrar, basta o ofício institucional.

Sim. Cidades que aderem oficialmente recebem reconhecimento da ANAFIMA — a Associação Nacional da Indústria da Música, coordenação nacional do movimento. Em casos de mobilização ampla e continuada, como o de Maringá em 2025, a cidade pode ser homenageada com o título de "Cidade Amiga da Música". O reconhecimento serve como ativo institucional para comunicação, prestação de contas e base local para 2027.

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Coloque sua cidade no calendário 2026.

Sua prefeitura, secretaria, escola, fundação cultural ou rede municipal pode fazer parte. Adesão gratuita, kit pronto, sem licitação. Em 21 de junho, sua cidade entra no mesmo calendário cultural de Paris, Berlim e Tóquio.

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